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Município da Cultura » Município da Cultura 2008
Município da Cultura 2008 - Funchal  Município da Cultura 2008 - Funchal
Em 2008 o Município da Cultura decorreu no Funchal, num ano em que se comemorava igualmente os 500 anos de elevação a Cidade.

Devido à grande efeméride que se comemorou e, face à extensa programação prevista, as actividades pensadas para o Município da Cultura foram inscritas na programação geral das Comemorações dos 500 Anos da Cidade, nunca deixando porém de realçar a natureza e identidade do projecto «Município da Cultura».

Assim, realizaram-se oito actividades sob a chancela do Município da Cultura:

INTEGRAL DAS SINFONIAS DE BEETHOVEN
De Janeiro a Dezembro, a Orquestra Clássica da Madeira interpretou as nove sinfonias de Beethoven, em homenagem a este compositor alemão, num total de quatro concertos.
EXPOSIÇÃO «TURISMO CULTURAL: PERCURSOS NA CIDADE DO FUNCHAL»
A exposição comemorativa do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que se comemora no dia 19 de Abril, foi inaugurada a 15 de Abril, por S.E. o Presidente da República, Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva, na Sala de Exposição da Universidade da Madeira.
Um dos principais objectivos desta exposição foi o de divulgar as actividades desenvolvidas no projecto Culturreg - Dinamização do Turismo Cultural da Macaronésia, inserido no âmbito do Programa de Iniciativa Comunitária INTERREG III B 2000 - 2006, Açores - Madeira - Canárias, que se desenvolveu em quatro fases, entre Outubro de 2006 a Maio de 2008.
Este projecto dirige-se ao visitante de modo a fomentar em cada uma das cidades a sua vertente cultural através da criação e desenvolvimento de novos produtos turísticos, e também ao residente, com o intuito de consciencializar os cidadãos para a importância do património cultural e seu usufruto.
Nesta exposição foram apresentados três grandes temas, o Turismo, a Cidade e as Festividades, que se subdividiram em doze roteiros temáticos e que incidem sobre o património móvel e imóvel da Cidade do Funchal, desde o séc. XV até aos nossos dias.
EXPOSIÇÃO «OBRAS DE REFERÊNCIA NAS COLECÇÕES PUBLICAS DA MADEIRA»
Esta exposição, foi também inaugurada por S.E. o Presidente da República, Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva, na Sala de Exposições Temporárias do Museu de Arte Sacra do Funchal.
Este foi um projeto integrado no programa MUSEUMAC, Rede de Museus – Madeira, Açores e Canárias – que reuniu e apresentou ao público obras de arte representativas das colecções de alguns dos museus da Região.
Num conjunto constituído por cerca de 77 peças foram expostas obras do Museu Quinta das Cruzes, Museu de Arte Sacra do Funchal, Casa – Museu Frederico de Freitas, Museu de Arte Contemporânea do Funchal, Photographia Museu «Vicentes», Casa Colombo – Museu do Porto Santo, Museu Henrique e Francisco Franco, Museu «A Cidade do Açúcar» e Instituto do Vinho, Bordado e Artesanato da Madeira.
POESIA NA CIDADE
Para assinalar o Dia Mundial da Poesia, que se comemora no dia 21 de Março, foi idealizada a iniciativa «Poesia na Cidade». Numa parceria com a RDP-M/Antena 1, Jornal da Madeira, Diário Cidade e Diário de Notícias, diversas personalidades declamaram poemas sobre o Funchal e foram distribuídos poemas através dos jornais e por toda a baixa da Cidade.
Realizou-se ainda uma Tertúlia Poética, no Café do Museu de Arte Sacra, durante a qual foram declamados poemas sobre o Funchal.
«AO SOM DO HIP HOP»
Para assinalar o Dia Mundial da Dança, dia 29 de Abril, respectivamente, decorreu uma performance de Dança pelo grupo 7th Atitude, que apresentou um espetáculo de Hip-Hop no Auditório do Jardim Municipal.
V CENTENÁRIO DA MISERICÓRDIA DO FUNCHAL
No mês de Julho foram assinalados os 500 anos da Santa Casa da Misericórdia do Funchal. Tendo como ponto de partida o antigo edifício da Santa Casa, onde actualmente funciona o Governo Regional da Madeira, iniciou-se um roteiro pelas vivências desta Instituição, através de uma pequena mostra documental, na placa central, que sintetizou os cinco séculos de existência da Santa Casa no Funchal.
Seguiu-se o Museu de Arte Sacra do Funchal, onde estiveram expostas peças de Arte Sacra pertencentes ao espólio da Santa Casa, terminando na Sala de Exposições Temporárias da Reitoria da Universidade da Madeira onde podiamos encontrar referências aos vários provedores, à Escola Médico Cirúrgica, entre outros aspectos marcantes do presente e do futuro da Santa Casa da Misericórdia do Funchal.
A encerrar estas Comemorações, no dia 25 de Julho, decorru a Sessão Solene na Câmara Municipal do Funchal e um concerto no pelo quinteto «Souza Winds», no Museu de Electricidade – Casa da Luz.
Waihofen Orchestra
Decorrente de um intercâmbio cultural, iniciado em 2007, com a deslocação da Orquestra de Bandolins da Madeira à Cidade de Waidhofen, na Baixa Áustria, em 2008, a Waidhofen Orchestra deslocou-se ao Funchal para encerrar esse intercâmbio e realizar três concertos. O primeiro decorreu no dia 20 de Agosto, representando o concerto oficial de abertura das comemorações do Dia da Cidade do Funchal, ponto alto das comemorações dos 500 anos sobre a elevação de Funchal a Cidade. Outros dois concertos decorreram no Parque de Santa Catarina, no dia 22 de Agosto, concentrando neste espaço mais de dois mil espetadores e, no dia 23, na Igreja da Monte.
HORIZONTE MÓVEL
Em Setembro e Outubro decorreu a exposição «Horizonte Móvel – Uma Perspectiva sobre as Artes Plásticas na Madeira: 1960-2008», uma iniciativa que reuniu no Museu de arte Contemporânea, artistas e respetivos trabalhos numa alusão à produção, ao nível das artes plásticas, na Região Autónoma da Madeira.
De acordo com a Comissária da exposição, Isabel Santa Clara, «Numa cidade com a localização do Funchal, é vital manter o horizonte móvel, ou seja, fazer das partidas e chegadas a ocasião de saber de escalas e distâncias, de confrontar-se com o mundo. Inscrito no subtítulo, a palavra perspectiva denuncia uma escolha de entre muitas possíveis, legitimada pelo reconhecimento da pluralidade de olhares que fazem um espaço cultural.
A década de 60 surgiu de modo natural para balizar o início desta mostra, já que é nela que radica a génese do Museu de Arte Contemporânea, embora as incorporações de peças de produção local sejam mais tardias. Por isso se quis dar a ver o que então se fazia na ilha, ou até por vezes apesar dela, e provocar o diálogo entre o espólio do Museu e outras peças menos vistas de colecções particulares, alargando assim os contextos de leitura. Mais do que aspirar à exaustividade, procurou-se assinalar experiências e descobertas, às vezes sem continuidade, reveladoras de uma atenção particular à actualização de linguagens artísticas. (…)»
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