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Museus » Museu de Arte Contemporânea
Informação Útil
Tutela: 
Direção Regional dos Assuntos Culturais

Morada: 
Fortaleza de São Tiago
Rua do Portão de São Tiago
9060-250 Funchal
Telefone: 
(351) 291 213 340
Fax: 
(351)291 213 348
E-mail: 

Horário:
Aberto de Segunda-feira a Sábado das 10:00h às 12:30h e das 14:00h às 17:30h
Encerrado aos Domingo e Feriados

Ingressos:
Normal: 3.00 €
3ª Idade: 1,50 €
Cartão-Jovem: 1,50 €
Grupos (+ de 6 pessoas): 2,50€ (p/pessoa)

 
   Museu de Arte Contemporânea
Museu de Arte Contemporânea

A construção da fortaleza de São Tiago deve ter-se iniciado por volta de 1614, conforme ainda hoje pode ver-se na inscrição do portão primitivo.

O início da construção deve ser atribuído a Jerónimo Jorge, fortificador chegado à Madeira para substituir Mateus Fernandes, autor dos planos das muralhas da cidade e que aqui trabalhava desde 1596. Após a morte de Jerónimo Jorge em 1617, a obra foi continuada por seu filho, Bartolomeu João. A primeira fase das obras da fortaleza deve ter ficado concluída em 1637, em tempo de D. Filipe II de Portugal, terceiro de Espanha. No século XVIII vai assistir-se à segunda grande campanha de obras, sob as ordens do governador José Correia de Sá, que adquiriu em Londres novas armas. Estas obras foram dirigidas pelo Engenheiro Tossi Columbina, autor do projeto de construção do porto do Funchal. Encimando o novo portão então mandado construir, foi colocada uma placa comemorando os trabalhos, com a data de 1767. Algumas modificações foram avançadas em tempo das guerras napoleónicas, no início do século XIX, tendo a fortaleza servido de aquartelamento a tropas britânicas. Já em 1803, na fortaleza foram recolhidas muitas famílias que haviam ficado sem abrigo aquando do terrível aluvião. Em meados do mesmo século foi construída a casa do comandante e da guarda.

No início do século XX voltaram a ser feitos melhoramentos, até pela visita em 1901, D. Carlos I, Rei de Portugal. A Fortaleza era então quartel da Bateria de Artilharia Móvel. A entrega à Região Autónoma da Madeira desta unidade processou-se em 17 de julho de 1992. Na época, servia de aquartelamento da Polícia do Exército e do Esquadrão de Lanceiros do Funchal. Como projeto de ocupação dos espaços disponibilizados, o Governo Regional da Região Autónoma da Madeira, resolveu instalar o Museu de Arte Contemporânea e um espaço militar, que organiza um percurso histórico do crescimento e evolução secular da Fortaleza e da sua relação estratégica com as outras bases da defesa da baía do Funchal.

O Museu de Arte Contemporânea iniciou a sua atividade, tendo como base o espólio do prémio Cidade do Funchal, da então Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal, Delegação de Turismo e Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa, nos anos de 1966 e 1967.Foi primeiramente entendido como extensão contemporânea do Museu da Quinta das Cruzes, funcionando no entanto pela primeira vez, numa sede provisória nas instalações da Direção Regional dos Assuntos Culturais e depois na Quinta Magnólia no Funchal, nos anos 80. Trata-se de uma coleção de arte contemporânea portuguesa desde os anos 60 até aos dias de hoje, com obras de alguns dos mais significativos artistas nacionais. Das coleções entradas nos anos 60 destaque-se os nomes de, Joaquim Rodrigo, Nuno de Siqueira, António Areal, José Escada, Helena Almeida, Artur Rosa, Jorge Martins e Manuel Batista. Instalada a partir de 1992, a coleção de Arte Contemporânea na Fortaleza de São Tiago e criado o Museu, reiniciou-se um processo de engrandecimento da coleção com obras de Lourdes Castro, René Bertholo, José de Guimarães, Ilda David, Graça Pereira Coutinho, Filipe Rocha da Silva, Jaime Lebre, António Palolo, José António Cardoso, João Queiroz, José Loureiro, Albuquerque Mendes, Fernando Calhau, Michael Biberstein, Pedro Cabrita Reis, Pedro Portugal, Sofia Areal, Miguel Branco, Pedro Proença, Fernanda Fragateiro, Ana Vidigal, António Campos Rosado, Rui Sanches, Manuel Rosa, Patrícia Garrido, Helena Almeida, Eduardo Batarda, Gaetan, Pedro Casqueiro, Ana Vidigal, entre muitos outros.

O Museu possui ainda um conjunto de obras de artistas que têm vindo a desenvolver a sua atividade na ilha da Madeira, como Élia Pimenta, Celso Caires, Isabel Santa Clara, Eduardo de Freitas, Graça Berimbau, Teresa Jardim, Filipa Venâncio, Karocha, José Manuel Gomes, Guilhermina da Luz, Ara Gouveia, Carla Cabral, Lígia Gontardo, António Rodrigues, Danilo Gouveia, Guida Ferraz, entre muitos outros. Emblemática foi também a possibilidade, através de mecenato, da entrada nas coleções do Museu de uma obra de Maria Helena Vieira da Silva.

 

O Museu vive de acontecimentos temporários, dando visibilidade, por rotação, às suas coleções, apostando também em dar a conhecer os artistas locais, presentes no seu espólio.

O Museu conta também com programas educativos e atividades de animação cultural, numa tentativa de aproximar-se dos seus vários públicos através do seu serviço educativo o MAC Funchal promove para além de visitas guiadas, para grupos escolares e particulares que assim o solicitem, uma série de atividades de caráter lúdico-pedagógico. O Museu possui serviços de apoio ao visitante, como restaurante e loja.
A instituição possui uma pequena biblioteca/centro de documentação (em organização), serviço aberto ao público interessado, onde se reúnem publicações e edições (jornais, catálogos, livros, postais, recortes, revistas), cujo tema se relaciona com a arte contemporânea.
Na loja do museu o visitante pode encontrar um conjunto de edições.

Destaques

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