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 UNIVERSO DE MEMÓRIAS 

 JOÃO CARLOS ABREU 

             

 

 

  A escrita Minimize

O primeiro encontro consciente de João Carlos Abreu com os livros deu-se quando tinha oito anos de idade:

"A velha estante envidraçada de madeira de castanho onde meu pai guardava os livros, era o encanto que "decorava" o silêncio das minhas horas e, assim aos poucos, foi nascendo dentro de mim este salutar gosto pelos autores e obviamente pelos livros. (…). Viajei através de tantas páginas e com elas desfiz "tabus" e enriqueci a alma. Fiz cúmplice das minhas leituras, alguns amigos aos quais ofereci dezenas de livros (…) .".

O gosto pela leitura instigou João Carlos à escrita. Primeiramente, como jornalista e posteriormente como poeta e escritor.

Ao lado dos maiores poetas mundiais, participou, em representação de Portugal, no Festival Mundial de Poesia, levado a efeito pela Universidade de Nápoles, onde se destacaram Raphael Alberti, Tahar Bem Jelloun, Bertolucci, Josef Brodsky e outros. Foi um dos nove convidados a apresentar os seus poemas no decurso do prémio Capri em 1991. Recebeu vários prémios internacionais pela acção no campo cultural, tendo sido destacado pelo prestigiado crítico literário, Prof. M. Frias Martins, como sendo uma das quatro correntes poéticas da Madeira.

Os seus poemas estão traduzidos e publicados em revistas da especialidade de países como a França, Itália e Espanha. É membro do P.E.N. CLUB.

Críticas literárias

"Na Madeira considero quatro correntes poéticas: Irene Lucília, José António Gonçalves, João Carlos e Vieira de Freitas."

Frias Martins
Prof. Doutor da Faculdade de Letras de Lisboa, Portugal
"10 Anos de Poesia em Portugal"
(Abreu 1990: 5)


"O João Carlos é um Ilhéu com uma língua universal."

Dullio Riccardo
Escritor, Itália
(Abreu 1990: 5)


"Despidos de pretensão, elevados de conteúdo, fortes e torrenciais espelham em progressão desenfreada um estado de alma que os torna por isso mesmo verdadeiros e originais.
(...)
Mas a beleza maior consiste justamente na captação dos momentos, dos actos, dos edifícios, das gentes que são o todo de uma vida de contínua observação humana."

Fátima Marques
Professora, Madeira
(Abreu 1994: 9)


"Os textos de João Carlos enunciam referência precisa, momentos concretos, como se ele fosse datando o tempo de uma vivência pessoal, traduzida agora em cada poema, viagem e cenário de permanentes inquietudes."

José de Sainz-Trueva
Director do Museu de Arte Contemporânea, Madeira
(Abreu 1994: 12)


"Dona Joana Rabo-de-Peixe é um regalo saborosíssimo, com uma autenticidade tocante, faz lembrar Jorge Amado mas não é Jorge Amado (...)."

Pedro Tamén
Poeta, Lisboa
(Abreu 1996: contra capa)

" (…) Um percurso poético que, apesar de marcadamente individual, se articula com parâmetros caracterizadores da prática da poesia portuguesa mais recente, o que se pode comprovar na coragem do assumir de uma clara vertente de puro lirismo, aliada à subtil presença da neblina de uma subtil narrativa (…)."
"(…) O poeta João Carlos Abreu segue este difícil caminho que conduz à conciliação da extrema contenção e simplicidade do intimismo com a abertura de possibilidades de expansão da narrativa poética (…)."

Ana Margarida Falcão
Escritora e professora da Universidade da Madeira
(Abreu 2005: 5-8)

 

Thursday, May 28, 2020